Edifício Minister

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Rua das Palmeiras. Uma força desconhecida, mas conhecedora das minhas piores e melhores memórias, coloca meu olhar na placa com o nome de um edifício palco de um acontecimento inesquecível, mesmo que só tenha entrado lá uma única vez.

Clotilde. Era esse o nome da incrível mulher que habitava um dos apartamentos.

Clotilde é um nome fora de moda, antigo, bem no contexto dessa mulher que na época já deveria ter uns 60 anos.

Não quero chamá-la de senhora. Seria sisudo demais para quem para mim só se mostrou muito mulher.

Estávamos no meio da década de 70. Era finalzinho da tarde, já havia escurecido, e chovia.

Naquele tempo os carros não tinham os vidros escurecidos e se podia paquerar nas ruas. Essa, aliás, era uma prática que eu exercia com absoluta frequência. Procurava reparar em todas as mulheres do caminho.

Subi a Rebouças, na esquina com a Alameda Santos, abrigada no portal de uma loja, estava essa figura feminina. Sorri e ofereci carona. Não era caridade, era 20% de humanidade e 80% de sacanagem, afinal no auge dos meus 20 anos, estava acometido de uma testículo cefalia aguda” e em todos os meus atos o interesse sexual estava mais do que presente.

Ela aceitou meu convite. Entrou no carro portando um maroto sorriso. Sabia que aquilo renderia uma aventura, mas não poderia imaginar que ali começava uma das minhas maiores experiências no sexo.

Aquele papinho bobo começou, trocamos perguntas e respostas e fomos congestionamento em frente leva-la a seu destino. Chegamos e acertamos que eu voltaria para uma visita.

Na manhã do dia combinado, ela me abriu a porta usando um robe vermelho, francamente muito pouco elegante e com um certo ar de quem havia esquecido do compromisso.

Pediu licença demorou uns 10 minutos. Voltou vestindo um penhoar azul claro, esse sim muito mais elegante, e seu semblante agora passava a mensagem que quem estava inteirada e interessada na minha visita.

Maliciosamente perguntou se eu estava ali para cobrar a carona. Respondi que minha intenção era conhecê-la melhor. Um sorriso enigmático, e uma generosa cruzada de pernas foram a resposta.

Um corpo de +- 1,60 m acolhia uma mulher gigantesca. Consciente que com sua idade as formas de seu corpo já não apresentavam a mesma perfeição de outros tempos ela manobrava seu penhoar para ir desnudando partes de seu corpo, me excitando profundamente sem ter ficado completamente nua um único momento.

Tudo nela era desafiador. Uma pessoa muito segura de si. Comecei a falar sobre “mulheres”, fui interrompido e ela passou a dominar completamente nossas ações.

Mulheres? Disse ela. – Quantas você conheceu? Veja sua idade, você acha que realmente ter estado apressadamente com algumas colegiais significa conhecer uma mulher?

Desse momento em diante tudo que aconteceu foi tão intenso que lembro e me excito muito com cada detalhe até hoje

Livrou meu corpo das roupas e o foi aprisionando com seus abraços. Ela tinha um toque intenso quase viril.

Me vi sobre ela, me senti dentro dela, meu quadril sacolejava. Fui bruscamente interrompido.

            – Atenção garoto! Fique quieto. Preste muita atenção. Você lembrará para toda a sua vida desse momento quando você ficou sabendo o que é uma mulher.

Desconsertadamente acabei ficando paralisado. Abrindo suas pernas num ângulo extraordinário, ela usava seus pés e sua canela para massagear as laterais do meu abdômen. Usou suas mãos somente para aparar meus ombros como se quisesse olhando meu rosto observar todas as minhas reações.

Exigia que eu mantivesse meu quadril imóvel, e ai começou a mostrar sua arte.

Não sei explicar como mas sua vagina e seu útero operavam um movimento se sução em meu pinto que eu nunca havia experimentado. Nunca mais em minha vida, nem mesmo nas melhores experiências de sexo oral senti tanto prazer. E aquela sensação nunca mais se repetiu. Meu pinto não era chupado, ele era sugado, espremido. A melhor comparação possível é dizer que aquela buceta maravilhosa estava ordenhando meu pinto. Isso mesmo, ordenhando, ordenhando com toda aquela rusticidade que um peão trata a teta de uma vaca.

A surpresa, o tesão e a pouca experiência dos meus vinte anos fizeram com que meu corpo produzisse um gozo intenso, proporcional ao prazer que estava experimentando. Que frustação gozar tão rápido! Que maravilha ter 20 anos e um organismo em muito pouco tempo apto a recomeçar aquela foda histórica.

Ela mantinha o olhar fixado nas sensações do meu rosto. Mal comecei a me recuperar e recebi uma ordem.

            – Venha. Ameacei impulsionar o quadril e fui contido. Nova ordem. Quieto!

Agora seus movimentos eram suaves, quase carinhosos. Meu pinto se enrijecia, e a força de suas contrações aumentava. Em minutos já estava delirando novamente naquele jogo carnal. Agora sem a ansiedade de uma ejaculação prematuramente ocorrida, era possível sentir ainda melhor os diabólicos movimentos daquela buceta mágica.

Novas surpresas. Ela fechou os olhos, aprisionando meu pinto cessou os movimentos, começou a estremecer seu corpo e num grito surdo anunciou seu gozo. Voltou a ordenhar meu pinto, acelerou seus movimentos e repentinamente aliviou toda pressão sob meu corpo, ficando praticamente imóvel. Dei meia dúzia de estocadas naquela buceta mágica e gozei. Quando ela sentiu minha porra em seu corpo, me deu um tremendo tapa na cara e gritou.

            – Aprendeu o que é mulher, seu porra?

Aprendi bastante naquele dia, mas não aprendi a deixar de ser babaca. Não si porque nunca voltei a procura-la. Clotilde, nunca esquecida, inspiração para tantas punhetas… … … … … …

Pompoarismo? Só vim saber sobre a técnica muitos e muito anos depois. E se esse é o nome do segredo daquela mulher e sua buceta maravilhosa, atesto que ela é uma sumidade.

Um desafio. Se você leitora acredita que pode competir com a Clotilde, por favor, me procure. Prometo ser justo na avaliação e dar o melhor e o pior de mim objetivando seu prazer.

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

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